domingo, 19 de agosto de 2007

Extre & Incri

Ao lado dele, meu cérebro ficava quieto. Eu não precisava inventar coisas."
(Extremamente Alto & Incrivelmente Perto, de Jonathan Safran Foer)

Sigo com o ouvido direito tapado. Na irritante função mono. Pedindo mil vezes para repetirem as palavras pronunciadas, já que a audição está comprometida. Apenas um ouvido, menos mal, embora estranho. Mas os olhos seguem firmes, lendo cada página do livro do Foer.
Além disso, ontem, vivenciei a estranha experiência de preparar uma costela no forno e não sentir aquele cheiro maravilhoso. Mais maravilhoso que a própria carne mastigada na boca. Que não senti, também. Permaneço, pois, sem olfato nem paladar. Coisa que, não vou negar, está me deixando meio doida.
Como pode um ser humano comer sem ter prazer? Apenas comer por comer. Para não passar fome, para não enfraquecer. A coisa é tão louca que nem meus programinhas preferidos do GNT - aqueles que tratam justamente do alimento que nos deve nutrir e dar prazer - consigo ver. Pra quê! Não vou sentir o cheiro mesmo.

Ainda bem que as histórias têm todos os sentidos, sem precisar nada além da imaginação. A não ser um quê de memória sensorial.

3 comentários:

yara b . disse...

ah, não!
esse resfriado feio tem que ir ambora logo!
rum!
como que pode não deixar sentir cheiro nem gosto de nada?
pode nunquinha isso na vida!

-sai, resfriado feio!

=*

Ilton disse...

Estou incluindo seu blog entre os meus prediletos. Um abraço

Anônimo disse...

=(

Eu também tô ouvindo com um ouvido só, com o direito.. É uma maravilha porque o foninho do meu MP3 é estéreo, então eu só ouço as partes mais agudas da música.. ¬¬"

Ahhhh.. dorei seu blog! =)