terça-feira, 26 de fevereiro de 2008

Biscoitos Filler...

...Filler...não, não estou escrevendo uma ode ao biscoito. Essa simplesmente era a versão de 'Thriller', big, hiper, triper, mega sucesso do Michael. E faz 25 anos disso. E eu tinha uns 10, 11 anos e freqüentava animadamente (!!!) as reuniões dançantes (!!!) na casa do Junior ou do Cristiano ou do Max ou do Maurício. E Filler pra cá e Thriller pra lá.

Bizarrice... penso, vinte e cinco anos depois, quando chego do trabalho - sim, agora eu trabalho...e muito! - ligo a TV, procuro um programinha bem levinho e pá! Thriller...thriller...na telinha e aqueles moribundos todos dançando pra lá e pra cá....


Big, hiper, triper, mega sucesso mesmo!!!


E quer saber?! Gostei do que vi. Porque me fez voltar beeeeeeeeeeem no tempo e porque me fez rir. E ficar levinha-levinha. Por isso: Biscoitos Filler...Filler...

domingo, 24 de fevereiro de 2008

Aleatório.10

E como adoro biografias, pequenas, grandes, velhas, novas, simples perfis em publicações periódicas. Aqui está um texto biográfico muito bem escrito de uma pessoa bacana, que tem história e atitude pra deixar registrar:

Contos de Nova York.
Perfil da Didi Wagner.
Publicado na Revista Estilo.

E hoje é aníver da Helena!!!

Vou registrar um fato aqui que me deixa feliz: muitos, mas muitos mesmo, dos meus mais queridos amigos os encontrei no trabalho. Uma das mais especiais, a Vanessa, por exemplo, conheci na seleção que fizemos para a mesma vaga. Faz 16 anos isso. E é das amizades mais verdadeiras que tenho, com direito a alguns distanciamentos geográficos, mas sempre muito forte dentro do coração.

Ainda no tempo do jornal, conheci outra amiga-irmã. A Rosane. Aprendi a ser jornalista com ela. Mais do que com todo mundo. Porque há caráter, sobretudo, no jornalismo que a Rosane pratica. Melhor aprendizado, impossível.

Também na época da Redação conheci pessoas incríveis como a Johanna, o Carlos, o Tigre. Gente da melhor qualidade. Que sei que estarão na minha vida pra sempre.

Mais adiante, em outra fase, já século XXI, conheci outras duas pessoas que viraram irmãs. A Luci e a Lilia. Mulheres cheias de energia, com quem quero conviver cada vez mais, porque nelas encontro paz, alegria e felicidade.

E, mais recentemente, conheci a Helena. Não faz um ano. Mas parece que foi sempre. E, olha, que de todos esses momentos, é este de agora, quando encontrei a Heleninha, o mais estressante. Porque vivo sob pressão. E sei que posso contar sempre com a alegria desta amiga - e da Ivana - para voltar ao ponto de equilíbrio que insiste em me escapar durante os dias todos.

p.s.1: e hoje, como diz o título do post, é o aníver da Helena. Então, beijos e abraços!
p.s.2: e não posso deixar de registrar a felicidade que é ter a equipe que tenho no trabalho. Cris, Gus, Andrey e Lari, gurizada da melhor qualidade!

Coffee Coffee

Dos prazeres dominicais, acordar cedo - pra curtir cada segundo do dia -, atualizar o P de Pinguim Feliz e tomar café estão entre os meus preferidos. E acontecem praticamente ao mesmo tempo. Concomitantemente. Só pra deixar aqui uma palavra meio diferente.

E não é que olhando para minha caneca 'coffee-coffee' fiquei pensando se gosto mais do café ou da caneca...
Acho que, hoje, pelo menos, o café está com um gosto diferente. Gosto mais gostoso. Porque servi na caneca que comprei ontem no súper. Nada de especial. Até porque, custou 'dois real'. Mas tão bonitinha. Toda em preto-branco-e-marrom. Bonitinha mesmo.

E teve uma vez, nem faz tanto tempo assim, segundo semestre do ano passado, que chamei pessoas queridas pr´um brunch aqui em casa - era outro domingo, só que chuvoso, aquele - que presenteei cada um com uma caneca em porcelana branca com bordas coloridas. Cada uma de uma cor. Pra cada um dos convidados. Porque, além de café e canecas, gosto mesmo é das companhias.

p.s.: ah! e tem comunidade no Orkut pra quem adora caneca!

sábado, 23 de fevereiro de 2008

Amor.1


Sou tudo o que pode ter a ver com o amor. E amo ser assim porque amo o amor e tudo que resulta dele. Então, eis a categoria 'Amor' no P de Pinguim Feliz. Estreada por Drummond + Adri e Ali.

Que pode uma criatura senão,
entre criaturas, amar?
amar e esquecer,
amar e malamar,
amar, desamar, amar?
sempre, e até de olhos vidrados, amar?



Que pode, pergunto, o ser amoroso,
sozinho, em rotação universal, senão
rodar também, e amar?
amar o que o mar traz à praia,
e o que ele sepulta, e o que, na brisa marinha,
é sal, ou precisão de amor, ou simples ânsia?

Amar solenemente as palmas do deserto,
o que é entrega ou adoração expectante,
e amar o inóspito, o áspero,
um vaso sem flor, um chão de ferro,
e o peito inerte, e a rua vista em sonho, e uma ave de rapina.

Este o nosso destino: amor sem conta,
distribuído pelas coisas pérfidas ou nulas,
doação ilimitada a uma completa ingratidão,
e na concha vazia do amor a procura medrosa,
paciente, de mais e mais amor.

Amar a nossa falta mesma de amor, e na secura nossa
amar a água implícita, e o beijo tácito, e a sede infinita.



segunda-feira, 18 de fevereiro de 2008

Caminhar faz rir

Pode ser até que eu venha a perder alguns dos quilos dos quais preciso me livrar. Pode ser. Pode ser que meus músculos fiquem mais fortes e delineados. Pode ser também. Pode ser que a respiração saia do estado ofegante para a normalidade. Isso também. A pele, até a pele, poderá melhorar; as unhas, idem, como os cabelos; sistema circulatório, ok; ritmo cardíaco, ok; até a postura tem tudo para ir para o lugar.

Da mente, nem se fale. Espare-se, com o tempo - e dizem que é tudo muito rápido - que aquela depressãozinha que andava por perto escorra junto com o suor. Pingo a pingo. Xô, baixo astral. E, de dentro de mim, surja, enfim, uma nova mulher.

Reoxigenada. Estimulada. Auto-estimada.


E tudo isso será nada, nadinha de nada, perto das risadas todas que uma boa caminhada ao final de tarde, depois da labuta, acompanhada do Alisson, causa em mim. Desde o primeiro segundo. Ao atravessar a primeira rua. Por isso, eu garanto:

ca-mi-nhar-faz-rir!

domingo, 17 de fevereiro de 2008

Aleatório.9

E não é que em minha Blog Trip de hoje pelos '+ Queridos' descobri no 'b.LO.g' da Loraine um post, entre tantos inspiradérrimos, com a letra de 'Formato Mínimo', do Skank?!

Amo essa canção. Já publiquei ela em outro blog. Já ouvi muitas vezes aqueles acordes que desvendam o amor trôpego, áspero e ínfimo. Já viajei. Já chorei. Já amei. Por tudo isso, a aleatoriedade desta 17 de fevereiro.

Dois novos blogs

(E não é que falta mais de mês pra terminar o Verão e o Horário de Verão acaba de acabar?! Coisa mais chata: prefiro muito muito mais o horário do que o próprio verão.)

Mas não é exatamente pra fazer esse desabafo sazonal que criei este post. Hoje acrescentei ali do lado - nos 'Blogs + Queridos' - os diários de dois superamigos. Aliás, dois desertores, que deixaram Porto por Santa - e que estão super felizes com a mudança, registre-se.

Já havia um tempo conhecia os blogs deles. Mas só hoje tive a iniciativa de colocá-los entre os + queridos. Não que não fosse queridos até agora. Sempre foram. E muito. Mas a iniciativa - que tem a ver com tempo (mais uma vez o tempo) - veio só hoje.

Portanto, indico os blogs dos jornalistas
Luiz Tigre Roese e Paulo PC Chagas. Porque tudo que está ali pode ser lido sem restrições para os corações e para as mentes!!!

Olhos Verdes

Sabe quando se é adolescente, hormônios descontrolados, cabelos longos e rebeldes, pensamentos desgovernados e, das 24 horas do dia, 23 são de pura fantasia...pois desse tempo lembro de sonhar com um moreno de olhos verdes. Por hora, era um italiano. N´outra, um deus grego. E dentre esses devaneios todos, havia uma certa dor de imaginar que jamais encontraria o tal moreno dos olhos verdes. Ou pelo menos, havia o medo de ter de atravessar mares e escalar montanhas para realizar o sonho.



Pois 20 e poucos anos depois desses delírios juvenis, já com os hormônios um pouco mais domados, os cabelos bem mais curtos e no lugar, os pensamentos mais orientados (e criativos!), posso assegurar que vale a pena sonhar. Mais do que isso, é maravilhoso viver dia após dia, nas 24 horas do dia, com a personificação do moreno aquele. Nem italiano, muito menos grego, um brasileiro misturado que, mais do que olhos verdes, tem alma, encanta, cuida e me faz feliz.